domingo, 28 de março de 2010














 Fora do meu controle o tempo tem passado,
as vezes tão rápido e implacável como vento,
outras tão lento que sinto poder toca-lo.
Eu tento disfarçar meu vazio e minha solidão as vezes quero sair daqui ir pra longe da multidão,
um bom livro tem si tornado a saída desde então. 
As vezes penso,que vivo em um livro ,aquele sem atrativo que ninguém nunca quer ler,
que se perde entre a poeira do tempo. 
Aquele que fundi passado e presente em linhas amareladas e inquerentes. 
Queria mudar isso mas como em meu livro minha personagem, 
meu 'eu' tornou-se esquecido na biblioteca do tempo. 
Que ora corre ....ora é lento que para e me deixa imóvel na estante do tempo.
                                                                  

Nenhum comentário:

Postar um comentário