terça-feira, 3 de agosto de 2010

Meu lado impar deseja ser par, 
estranho foi o começo desse sentimento,
sem razão sem compreensão encontrei você.
                                                                            

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Doce Vampiro


                 (Tela de Grieber Lopez)
Doce Vampiro   
Venha sacia tua cede incessante de sangue.
Venha toma-me em teus braços doce vampiro.
Saboreei lentamente cada gota do meu sangue que corre por teus lábios .
Beba este cálice para a juventude eterna.
Venha beijar-me ,esta noite nos tornaremos apenas um.
Meu sangue será teu,minha alma será sua.
Você conseguiu o que mais queria obteve a eternidade que tanto desejava 
Mas esta por sua vez perdeu seu gosto sua alegria e seu prazer ,
você amargará lentamente numa escuridão sem fim.
E se recordará dia após dia do cadáver frio em seus braços,
tão diferente da criatura cheia de vida que lhe alegrara anos atrás.
Seu sangue uniu-se ao dela,mas em vez de dar você o retirou,drenou cada particula de sentimento  existente nela,retirou o sangue,beijou a alma e a deixou.
Fria,e cálida numa densa neblina
Mas no entanto ainda penasará nele,desejará tela em seus braços novamente,
provar de seu sangue,de seu sorriso.
Sim doce vampiro ela lhe amou.
E amou de tal forma que entregou a você sua vida,sua juventude,seu coração.
E você lamentará  anos a fio a sua sede de sangue,
a sua sede de saudade,de culpa e sofrimento.
Esse será o preço a pagar pelo teu calice da eternidade.
O teu ultimo cálice de arrependimento eterno...
                                                                          

terça-feira, 15 de junho de 2010

Por mais difíceis e insuperáveis que os problemas pareçam ser, deixe a luz te tocar , assim você pode encontrar nela conforto, esperança e até mesmo um pouco de fé.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

sinfonia do amor

As estrelas cobrem o céu a lua clareia toda a noite, assim posso ver seu rosto facilmente. 
O radio toca um blus antigo, embalando o sono do mais miseravel ser. 
Escute essa canção...
Vamos curar as feridas existentes, tornando esse sentimento real. Embora nossos corações tenham se partido uma ou duas vezes,a sinfônia do amor certamente poderá curá-los. 
O blus continua tocando a dor e a lamentação,de quem se agarra as memórias de um passado feito de mentiras. 
Para nós ainda ha esperança, segure firme mas gentilmente minha mão. 
Abra seus olhos entregue-me seu coração, essa noite lhe mostrarei a doce sinfonia do amor.
O blus esta chegando ao fim , o que sentirá no fim da canção?

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Posso lembrar agora exatamente o que senti, com todas aquelas palavras vindas de você. 
Alguém como você quer conhecer o meu ''eu'' escondido, isso me parece surreal mas me alegra.
Porque sinto que de alguma forma preciso conhecer mais sobre você,
suas alegrias,tristezas ate mesmo suas fraquezas.
A estranha paz que você mi trás, desaparece quando você some. 
Então eu espero por você ,te busco até onde não posso ver.
Porque você me encontra quando não alcanço você.

domingo, 2 de maio de 2010

O céu se encheu de um vermelho rubro, apagando cada ponto de luz das estrelas menos de uma. Essa brilha através de toda cor do céu, de todo vento que sopra e de toda lágrima que cai. Ela brilha intensamente e sorri pra mim como se pudesse dissipar toda escuridão que mi recobre. Vejo esse céu e o quero sempre assim o céu cinza de antes tinha si tornado tão comum,tão decifrável e monótono. No entanto agora posso ver o mistério da cor,vejo a dor e vejo você a estrela que mi guia através do medo. Ali você permanece o único ponto de luz fosco na imensidão, continue brilhando e não importa quão longe esteja sua luz mi alcançará. Continue brilhando e não importa quão escuro esteja o céu, você é a única luz existente capaz de mi guiar de volta pra casa.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

É doloroso e ridiculo, o começo irracional de um amor irreal.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Tanta falta do que dizer sobre o amor que acabou, sobre o sol que desapareceu,sobre o sorriso que se escondeu. Sinto que o tempo passou que a paisagem ao meu redor lentamente se alterou. No entanto permaneci ali inalterada como uma fotografia antiga. Eu sou o passado mas o que aconteceu com meu presente ? Foi alterado ou é inexistente ? Nao consigo lembrar meus sonhos,o gosto da chuva ou o frescor do vento. Inalterada permaneço em busca de um passado que nao tem futuro que nao tem presente. Mi sinto doente com a saudade intacta de um vida que nao tenho com medo das lembranças que nao permitem que eu durma em paz. Meu presente ainda é passado e meu futuro ainda é inexistente. Sendo assim o momento em que mi encontro é um fragmento do passado,um devaneio do futuro que nao terei é a condiçao inalterada de um presente morto.

segunda-feira, 29 de março de 2010

A morte é como uma porta ela permanece fechada ate que a hora certa de abri-la chegue. Algumas pessoas batem constantemente na porta para que ela si abraforçam a maçaneta mas ela permanece intacta. A menos que você troque todo seu sangue ate que ja nao sobre nenhum fio de vida em você ,só assim obteria a tão sonhada passagem. Outras pessoas tentam desesperadamente trancar a porta,tentam ignorar sua presença,essas pessoas realmente ambicionam viver. Mas quando si sabe que vai morrer o que se deve fazer? Abrir logo a porta e caminhar para a eternidade ou aproveitar cada minuto que lhe resta antes que a porta si abra mesmo sem sua ajuda? É assustador cruzar a porta deixar o passado,o presente o futuro.Perder os rastros de humanidade que restaram e morrer sem saber o que é realmente estar vivo. Preferimos morrer do que sofrer mas não a mal nenhum em viver mesmo com dificuldades. Mesmo que ambicione viver o amanhã é possivel ver num canto qualquer a velha porta de madeira escura com sua maçaneta com tom envelhecido de dourado. Renegue a morte e viva mesmo que seja ate o amanhecer .E se derramar lagrimas ou sangue não havera problema algum sera a prova de que esta realmente vivo.

domingo, 28 de março de 2010














 Fora do meu controle o tempo tem passado,
as vezes tão rápido e implacável como vento,
outras tão lento que sinto poder toca-lo.
Eu tento disfarçar meu vazio e minha solidão as vezes quero sair daqui ir pra longe da multidão,
um bom livro tem si tornado a saída desde então. 
As vezes penso,que vivo em um livro ,aquele sem atrativo que ninguém nunca quer ler,
que se perde entre a poeira do tempo. 
Aquele que fundi passado e presente em linhas amareladas e inquerentes. 
Queria mudar isso mas como em meu livro minha personagem, 
meu 'eu' tornou-se esquecido na biblioteca do tempo. 
Que ora corre ....ora é lento que para e me deixa imóvel na estante do tempo.